Vouzela,  28 de Janeiro de 2020 | Director: Lino Vinhal

Porfírio Carvalho

Opinião: O preço das consciências e as colheitas

13 de Janeiro 2020

Reza a lenda (in “Portugal Antigo e Moderno” by Pinho Leal, Augusto Soares d’Azevedo Barbosa de, Livraria Editora Tavares Cardoso & Irmão, de Lisboa), que por ocasião da fome geral que grassou no reino no ano de 1681, por causa da praga de lagartos e gafanhotos que destroçaram as plantas e arvoredos, o povo da freguesia de Ribeiradio levou da igreja matriz, em solene procissão, a imagem de Jesus Cristo crucificado, até à Capela da Senhora Dolorosa, onde invocaram o seu patrocínio para que semelhante flagelo terminasse. Os seus rogos foram ouvidos, tendo a praga desaparecido para sempre.

Em memória deste benefício, o povo prometeu ir todos os anos, no primeiro domingo do mês de março, à Capela da Senhora, levando a imagem do Crucificado, em procissão ou clamor – como então se dizia.

Reza a lenda (in “Portugal Antigo e Moderno” by Pinho Leal, Augusto Soares d’Azevedo Barbosa de, Livraria Editora Tavares Cardoso & Irmão, de Lisboa), que por ocasião da fome geral que grassou no reino no ano de 1681, por causa da praga de lagartos e gafanhotos que destroçaram as plantas e arvoredos, o povo da freguesia de Ribeiradio levou da igreja matriz, em solene procissão, a imagem de Jesus Cristo crucificado, até à Capela da Senhora Dolorosa, onde invocaram o seu patrocínio para que semelhante flagelo terminasse. Os seus rogos foram ouvidos, tendo a praga desaparecido para sempre.

Em memória deste benefício, o povo prometeu ir todos os anos, no primeiro domingo do mês de março, à Capela da Senhora, levando a imagem do Crucificado, em procissão ou clamor – como então se dizia.

WP Facebook Auto Publish Powered By : XYZScripts.com