Vouzela,  20 de Novembro de 2019 | Director: Lino Vinhal

Porfírio Carvalho

Requalifiquemos a História e a Estória… de Marcha Atrás

24 de Outubro 2019

Embora alguns dicionários não refiram a palavra estória, outros há que a reconhecem, podendo significar «o mesmo que História», ou ser sinónimo de «narrativa de cunho popular e tradicional». Com ou sem reconhecimento léxico, a palavra estória, talvez por decalque do inglês “story” é hoje comummente utilizada, referindo-se a uma narração curta ou pequena historieta de entretenimento. É, pois, uma historieta que me proponho recontar.

Mas antes do entretenimento, como o prometido em título sugere, haverá que fixar ainda o conceito requalificar, para estarmos todos na mesma onda. Assim sendo, relembra-se que o prefixo “re” de origem latina, pode ter três sentidos: Repetição –  como em requalificar ((qualificar de novo); Reforço – como em “revigorar” (aumentar o vigor); ou o sentido de Retrocesso, recuo –  como em “reiniciar” (voltar ao início).

Esclarecimentos feitos, estaremos todos de acordo que requalificar uma máquina, equipamento ou edifício, público ou privado, só poderá significar voltar a dar-lhe qualidade, alindá-lo, mantendo-lhe a finalidade para que sempre serviu, prolongando-lhe a vida que, modernizada, se retoma. Assente está então, que não há requalificação, quando se transforma um aviário num palácio para criação de galinhas, se transforma uma mota num carro ou um oásis numa instância termal.

 

Leia o artigo completo na edição desta semana do NV!

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